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O Que Faz um Imóvel em São Paulo Custar R$ 120 Mil por Metro Quadrado

A cidade de São Paulo concentrou a maior parcela do crescimento do mercado imobiliário de luxo em 2025 em todo o Brasil. O número de unidades lançadas saltou de 1.819 em 2024 para 3.668 no ano passado. Em valores, o avanço foi ainda mais expressivo, com o VGV (Valor Geral de Vendas) lançado passando de R$ 8,6 bilhões para R$ 21,3 bilhões, refletindo o aumento do tíquete médio e a maior presença de projetos de alto padrão, segundo dados da Brain Inteligência Estratégica.

Essa, porém, é apenas parte da oferta disponível no mercado. Levantamento feito pela reportagem da Forbes junto às principais imobiliárias destinadas o público de alta renda, tais como a MBras, Bossa Nova Sotheby’s, Taylor Real Estate, Kauffmann, Pilar Homes, Luxury Properties e Lopes Prime, indica que existem ao menos 3.600 imóveis usados anunciados acima de R$ 10 milhões só na cidade de São Paulo.

Entre esses ativos, há residências que chegam a R$ 300 milhões, como uma casa no Jardim Europa com terreno de 6.400 metros quadrados, sendo 2.500 metros de área construída, numa razão de R$ 120 mil o metro quadrado. Outro exemplo é o da cobertura do Arbórea Itaim, com 1.400 Quadrados e com valor de R$ 140 milhões segundo anúncio da Mbras (R$ 100 mil o metro quadrado).

Para entender esses valores, é preciso analisar a formação do preço no mercado de luxo. “Os projetos e as incorporações novas trazem consigo um incremento de custo hoje de desenvolvimento imobiliário”, afirmaMarcello Romero, fundador e CEO da Bossa Nova Sotheby’s.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/forbes-real-estate/2026/01/imoveis-luxo-sao-paulo-metro-quadrado-100-mil/

 

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Mercado aponta tendências para o alto padrão em 2026

Arquitetura assinada por nomes consagrados, parcerias com marcas internacionais, maior integração com a natureza e infraestrutura de lazer cada vez mais completa despontam como os principais fatores que estarão por trás do bom desempenho dos produtos imobiliários de alto padrão em 2026, segundo tendências apontadas por especialistas de diferentes regiões do país.

Em São Paulo, projetos desenvolvidos por arquitetos e designers reconhecidos tendem a despertar maior interesse do comprador, segundo Marcello Romero, CEO da Bossa Nova Sotheby’s, imobiliária especializada no mercado de luxo. “O público de alta renda valoriza muito projetos assinados por referências da arquitetura, do paisagismo e do design de inte

Outros atributos que devem ganhar força entre os paulistanos, aponta Romero, são áreas comuns mais bem planejadas, plantas inteligentes e flexíveis, infraestrutura operacional eficiente, vagas de garagem com boxes, academias mais confortáveis e espaços específicos para delivery. “Diante de eventos climáticos cada vez mais intensos, a presença de um

Mas a localização, que vem refinando o critério de escolha na capital paulista, passa a ser analisada em uma escala ainda mais específica. “As microrregiões ganham protagonismo. São ‘ilhas’ dentro de bairros muito desejados, como Jardins, Itaim e Vila Nova Conceição. Esses endereços seguem no topo da lista de desejos.”

PARCERIAS COM MARCAS

No Sul do país, os “branded buildings” — produtos desenvolvidos em parceria com marcas de luxo — devem seguir em alta. Para Bruno Cassola, corretor especializado em imóveis de alto padrão com atuação em Balneário Camboriú e no litoral catarinense, essas colaborações agregam valor ao produto.

“As ‘collabs’ com marcas como Artefacto, Lamborghini e Emiliano reúnem serviços ligados à gastronomia, ao bem-estar e à hotelaria, algo que atrai muito o cliente de alto padrão da região”, analisa. Outro diferencial relevante no mercado sulista é a conexão com a natureza. “Projetos com apelo natural irreplicável — seja à beira-mar, em meio às monta

Cassola também destaca a importância de uma oferta de lazer robusta e diferenciada nos condomínios. Ele cita como exemplo um empreendimento da All Wert, em Porto Belo (SC), que contará com piscina de ondas e uma escola de tênis assinada pelo atleta espanhol Rafael Nadal.

IMÓVEIS COMPACTOS

A localização se manterá como um fator decisivo ao longo do ano em todo o país, mas o alinhamento entre o produto e as demandas do mercado ganha importância. Em Salvador, por exemplo, imóveis compactos em bairros consolidados como Horto Florestal, Caminho das Árvores e Ondina vêm apresentando maior liquidez.

“O mercado imobiliário da capital baiana está mais racional e estratégico. Projetos com perfil voltado para renda, especialmente os que atendem à demanda do turismo, são os mais vendidos”, explica Bianca Rocha, especialista em alto padrão da incorporadora Moura Dubeux. Um exemplo recente é o Infinity Salvador, lançado na Avenida Oceânica.

O projeto reúne o retrofit do antigo Bahia Othon Palace Hotel — com unidades de um quarto entre 35 e 54 metros quadrados — e duas novas torres, uma residencial e outra comercial. “Como a rede hoteleira não cresce no mesmo ritmo do turismo, esses imóveis voltados para locações de curta temporada surgem como alternativas e atraem muitos investidores”

Pesquisa indica um novo ciclo de expansão

O estudo mais recente da Brain Inteligência Estratégica, com dados de janeiro a setembro de 2025, aponta que o alto padrão imobiliário deve seguir trajetória ascendente nos próximos anos em todo o país. No período, as vendas cresceram 31%, e o VGV acumulado das unidades que custam a partir de R$ 2 milhões aumentou 62%, na comparação com 2024. “Com

Destaque para o Norte, com explosão de unidades lançadas (122%) e R$ 1,1 bilhão de faturamento (214%). Nordeste e Sul também lançaram mais 68,5% e 49%, respectivamente, com VGV de R$ 5,2 bilhões (59%) e R$ 5,7 bilhões (67,5%). Já o Sudeste segue como a região com maior volume de unidades lançadas de luxo e superluxo (4,3 mil, alta de 27,5%) e VGV m

Outra pesquisa da consultoria sobre intenção de compra de imóvel revelou que 50% dos entrevistados (1,2 mil pessoas, com mais de 21 anos e renda mensal acima de R$ 2,5 mil) desejam adquirir uma residência nos próximos 24 meses. No recorte das famílias que recebem mais de R$ 20 mil mensais, esse percentual chega a 54%. “Mesmo com a taxa de juros alt

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O setor fechou mais um ciclo de crescimento no ano passado, mas as tendências do mercado imobiliário para 2026 também são positivas

O mercado imobiliário teve mais um ano de forte aquecimento em 2025, fechando mais um ciclo com números animadores, apesar de algumas incertezas no cenário econômico como a manutenção em níveis elevados da taxa de juros para o controle da inflação.

Mesmo diante de desafios, a atividade imobiliária continua sendo protagonista, mostrando confiança, solidez e resiliência, encerrando mais um ano com retrospectos promissores e batendo recordes em relação a investimentos, lançamentos e vendas, com um VGV (Valor Geral de Vendas) cada vez mais alto.

Os dados da Abrainc (associação das incorporadoras) para o primeiro semestre de 2025 mostram que os lançamentos de imóveis acumularam altas de 31,9% em volume e cresceram 34,6% em valor na comparação com o mesmo período de 2024, confirmando um ritmo de crescimento sustentável para o setor.

Já as vendas de imóveis aumentaram 6,9% em volume e cresceram 5,9% em valor, confirmando o protagonismo do segmento habitacional popular no desempenho agregado, com um crescimento de 15% no volume e de 16,5% na comercialização de unidades do programa Minha Casa Minha Vida.

Mesmo com os efeitos dos juros elevados, o que reduziu a disponibilidade de novos produtos e ampliou o custo do crédito imobiliário, os negócios seguiram ativos e mantendo níveis satisfatórios em todas as regiões do país.

Um bom exemplo do momento favorável que vive o setor é a pesquisa da consultoria Brain, com dados do 2º trimestre de 2025, que revela que 49% dos brasileiros pretendem comprar um imóvel em um prazo de até 24 meses.

Esse percentual é o recorde da pesquisa de intenção de compra de imóveis, com os entrevistados justificando o aumento no interesse em função da busca por uma moradia melhor, eventuais transições de vida e como forma de investimento.

Vale ressaltar que o atual sucesso do Minha Casa Minha Vida também é resultado da ampliação do programa com a nova Faixa 4 para atender famílias com renda até R$ 12 mil.

Outro anúncio que agitou o mercado foi a criação de uma nova modalidade de crédito imobiliário voltada especialmente para a classe média, visando as famílias com renda até R$ 20 mil, além de um teto para o financiamento imobiliário de até R$ 2,25 milhões.

Com números tão significativos e resultados impressionantes, o mercado imobiliário teve mais um ano movimentado, com o aumento geração de negócios, mas as tendências para o próximo ano mostram que ainda há muitas oportunidades para serem exploradas.

Acompanhe agora no Blog do Corretor IBRESP as principais tendências do mercado imobiliário para 2026!

Evolução do mercado imobiliário

O ano de 2025 chega ao fim como um dos melhores de todos os tempos para o mercado imobiliário, especialmente por conta do crescimento nas vendas, da maior oferta nos processos de contratação das linhas de crédito e financiamento, além do aumento dos lançamentos em todo o país e da grande negociação de imóveis novos e usados.

Evidentemente que esse retrospecto é animador e afeta positivamente as tendências do mercado imobiliário para 2026, trazendo uma previsão de crescimento em níveis acima dos que estão sendo projetados para a economia nacional, com o aumento da geração de negócios e a criação de novas oportunidades profissionais.

É claro que há alguns pontos estratégicos que precisam ser cuidadosamente observados para orientar o trabalho de Corretores de Imóveis e imobiliárias, pois estamos falando de mais um ano de grande potencial, mas ainda com alguns desafios na economia, como a Selic (taxa básica de juros) em patamar elevado para o controle dos preços e da inflação.

O fortalecimento do mercado imobiliário também depende de um bom planejamento das famílias para a compra de imóveis financiados, pois é importante que seja feita uma boa avaliação do comprometimento da renda para reduzir os riscos de inadimplência, já que o endividamento prejudica o acesso ao crédito e eleva os juros para os novos contratos.

O fato é que as negociações imobiliárias, seja para compra ou venda, permanecerão sendo uma forte tendência em 2026, pois o mercado imobiliário é um investimento tradicional, de grande rentabilidade e liquidez, como um ativo consolidado, confiável e seguro.

Como o imóvel residencial no Brasil é considerado uma reserva de valor, já que mesmo diante de incertezas na economia é um bem que preserva o seu valor de mercado.

Novas oportunidades nos tipos de imóveis

As expectativas são grandes em torno das tendências do mercado imobiliário para 2026, com muitas apostas nos tipos de imóveis que poderão ser mais atrativos e procurados.

Também é nítido o sentimento de otimismo e esperança nas pessoas em conseguir melhorar as suas condições de vida a partir da conquista da casa própria como uma forma de ter mais segurança, conforto e estabilidade.

As novas famílias estão inclinadas a buscar imóveis com metragens cada vez maiores, plantas inteligentes e mais funcionais, que ofereçam espaço suficiente para um home office ou escritório e melhores áreas de circulação e convivência.

Outro fato relevante é o processo de interiorização no Brasil que está levando as famílias a adquirirem mais imóveis no interior, em cidades secundárias, em busca de locais mais tranquilos, planejados e que ofereçam um custo de vida mais baixo.

Os dados da Abrainc mostram que o interior de São Paulo é um bom exemplo desse movimento, com um crescimento de 26% nas vendas de imóveis novos no primeiro semestre de 2025, com altas tanto nos lançamentos quanto no VGV (Valor Geral de Vendas).

Já para os solteiros e jovens (estudantes, trabalhadores e empreendedores) a preferência segue por imóveis compactos ou os chamados microapartamentos, que são mais fáceis de cuidar e tem boa localização.

Por sua vez, o setor empresarial deve aproveitar a estabilidade na economia e o aumento do consumo da população para investir em novas instalações e unidades, motivando a mudança para imóveis mais amplos, como galpões, salas e lajes corporativas para atender suas necessidades e de seus colaboradores.

A compra e locação de imóveis comerciais deve se basear em empreendimentos mais modernos e espaçosos, adotando os pilares essenciais do ESG, nas questões ambiental, social e de governança, além da preocupação com a sustentabilidade e a eficiência energética cada vez mais presentes em toda a sociedade.

Tanto em relação aos imóveis residenciais quantos aos imóveis comerciais, há muitas expectativas e possibilidades para a geração de negócios.

Quer aproveitar as oportunidades do mercado imobiliário em 2026? Estude no IBRESP para se tornar um Corretor de Imóveis de sucesso!

Tendências para o mercado imobiliário em 2026

A compra de um imóvel pode ser vista como uma atitude de caráter emocional, como a realização de um sonho, mas essa decisão tende a ser cada vez mais racional, em função das novas tecnologias e das reais necessidades das pessoas, levando em conta o tipo de imóvel e a sua capacidade financeira.

Outro movimento que tem ganhado força é o crescimento pelo imóvel usado, já que o comprador pode contar com a orientação do Corretor de Imóveis para propor uma negociação com o proprietário e conseguir um melhor custo-benefício.

Por outro lado, tecnologia e inovação estão desempenhando um papel cada vez mais importante no mercado imobiliário, com o aumento do uso da inteligência artificial para agilizar os negócios e tornar mais fácil a experiência de quem busca um imóvel.

Os novos recursos e ferramentas permitem criar assistentes virtuais e chatbots para agilizar o atendimento aos clientes nos canais de comunicação, além de fortalecer o trabalho das equipes de vendas, com maior dinamismo no processamento de leads, organização dos contratos e oferecer respostas com mais agilidade.

As demandas de corretores e imobiliárias nos sites e redes sociais também são otimizadas no seu processo criativo com a aplicação da inteligência artificial generativa para produzir imagens e vídeos com qualidade aprimorada.

O universo tecnológico ainda oferece soluções para a negociação de ativos reais e ativos digitais com a utilização do sistema de segurança blockchain e a tokenização (NFT – os tokens não fungíveis) que começam a viabilizar novas oportunidades para o mercado imobiliário.

A multipropriedade é uma delas, chegando ao mercado como uma alternativa de investimento ou uma segunda residência, ao permitir que diferentes compradores se tornem, cotistas ou acionistas de um mesmo imóvel, que pode ser uma casa no campo ou de veraneio.

As negociações imobiliárias com o uso de criptomoedas e o dinheiro digital também estão movimentando o mercado imobiliário no sentido de transformar os formatos de negociação de imóveis e outros ativos no país.

O Banco Central do Brasil já tem preparado o lançamento do Drex, moeda digital derivada do Real, que promete ser a nova sensação da economia nacional depois do PIX (sistema de pagamentos e transferências instantâneas)

Assim como o Bitcoin, o Drex vai contar com uma rede Blockchain própria, com criptografia de ponta a ponta para oferecer o máximo de segurança para todos os tipos de transações, inclusive com o uso da tokenização para a emissão de certificados e registros digitais.

Investimento estrangeiro em Imóveis no Brasil

O investimento estrangeiro no mercado imobiliário no Brasil também deve permanecer como uma forte tendência para os negócios em 2026.

A valorização do dólar em relação ao Real tem aumentado o interesse de compradores e investidores de outros países no mercado imobiliário brasileiro, em função do potencial para a geração de negócios e o turismo, especialmente pelas belezas do nosso extenso litoral.

Muitos investidores de vários países da Europa e da Ásia fizeram negócios imobiliários nas regiões turísticas do Nordeste e nas áreas litorâneas do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

As marcas de luxo e grifes famosas trazem exclusividade para os compradores e investidores, motivando as construções de grandes empreendimentos e de arranha-céus nas regiões Nordeste e Sul, especialmente em Balneário Camboriú, considerada a Abu Dhabi brasileira.

Em São Paulo também é nítido o crescimento de investidores de outros países com foco no turismo de negócios, investimentos empresariais e complexos de lazer e entretenimento.

Setor de logística e leilões no foco imobiliário

A compra de imóveis em leilão é mais uma forte tendência para os investidores e uma opção diversificada para quem quer comprar um imóvel mais barato do que a média do mercado.

É importante ressaltar que esse tipo de operação requer alguns cuidados, mas com uma boa orientação de um Corretor de Imóveis ou um advogado é possível fazer bons negócios.

Na outra ponta, o setor logístico brasileiro deve ganhar cada vez mais relevância no mercado imobiliário nos próximos anos, motivado pelo forte crescimento das plataformas de e-commerce no país.

Os galpões e parques logísticos estão se multiplicado por todas as regiões e oferecem um retorno de renda elevado para as empresas que investem nesse tipo de imóvel.

Mercado Imobiliário oferece um mundo de oportunidades

As cartas do jogo estão na mesa e os desafios são conhecidos, mas a economia brasileira vem se mostrando mais robusta e estável, com a melhora no controle da inflação e nos programas de estímulo à geração de emprego e renda.

O mercado imobiliário no Brasil é influenciado por uma variedade de fatores econômicos, políticos e sociais, mas ainda assim é forte, resiliente e maduro, mostrando que tem uma grande capacidade de superação e ficando mais inovador e inteligente a cada ciclo que passa.

No final das contas, quem manda é o mercado, por isso sempre haverá espaço para a evolução nos negócios imobiliários e para quem trabalha com planejamento e organização para atender as necessidades do cliente da melhor forma possível.

O mercado imobiliário oferece muitas oportunidades. Aproveite 2026 para se tornar um Corretor de Imóveis e conquiste uma carreira de sucesso.

Se você acredita que essa informação é de utilidade pública, compartilhe com seus amigos.

Fonte: https://www.ibresp.com.br/blogs/2025/as-tendencias-do-mercado-imobiliario-para-2026/

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Mercado imobiliário paulistano em 2025 deve ser marcado por tendências como o crescimento de investimentos em imóveis de alto padrão

Em 2025, o mercado imobiliário paulistano deve ser marcado por tendências como a valorização da sustentabilidade, o uso de tecnologias inteligentes, a crescente demanda por espaços flexíveis e a digitalização das transações. Além disso, a adaptação às mudanças demográficas e o crescimento de investimentos em segmentos específicos, como o de imóveis de alto padrão, também são esperados.

Tendências Principais

Investimento em Alto Padrão:
O mercado de imóveis de alto padrão continuará aquecido, com projetos que oferecem exclusividade, personalização e experiências de moradia diferenciadas.
Sustentabilidade:
A preocupação com o meio ambiente e a busca por construções verdes continuarão a influenciar as escolhas dos consumidores, impulsionando a procura por empreendimentos sustentáveis e com certificações ambientais.
Tecnologia:
A inteligência artificial, a automação e a digitalização de processos se tornarão cada vez mais presentes, com o uso de ferramentas para análise de dados, chatbots para atendimento ao cliente e plataformas online para facilitar a compra e venda de imóveis.
Flexibilidade:
A valorização de espaços versáteis e adaptáveis às diferentes necessidades dos moradores, como escritórios que podem se transformar em residências ou áreas modulares, será uma característica marcante.
Digitalização:
A experiência do cliente será aprimorada com o uso de tecnologias que simplificam a jornada de compra, como visitas virtuais, contratos digitais e plataformas online para gerenciamento de propriedades.

Adaptação às Mudanças Demográficas

A crescente demanda por imóveis acessíveis e adaptados para diferentes fases da vida, incluindo idosos e pessoas com mobilidade reduzida, impulsionará projetos com características como portas mais largas, ausência de degraus e automação.

Financiamento:
A taxa de juros e a oferta de crédito imobiliário serão fatores importantes a serem observados. O aumento dos juros pode dificultar o acesso ao financiamento, mas também pode impulsionar o mercado de aluguel.
Observações Adicionais:
Reforma Tributária:
A reforma tributária pode trazer benefícios para o setor imobiliário, com a redução da carga tributária e a criação de regras claras para a transição.
Tokenização:
A tokenização de imóveis, que permite a divisão de um ativo em frações digitais, poderá trazer mais dinamismo e acessibilidade ao mercado, atraindo novos investidores.

É importante ressaltar que o mercado imobiliário é dinâmico e influenciado por diversos fatores. Acompanhar as tendências e adaptar-se às mudanças é fundamental para o sucesso nesse setor.

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Boom imobiliário em SP: projeção de entregas de condomínios em 2024 é quase dobro do ano passado

A cidade de São Paulo deve ficar ainda mais vertical este ano, com a entrega de 818 novos condomínios, totalizando 150 mil apartamentos. O número é quase o dobro dos 424 empreendimentos entregues no ano passado, segundo levantamento realizado pelo Data Lello, frente de dados da administradora de condomínios Lello.

A capital paulista tem liderado uma tendência de retomada nacional no mercado de vendas de imóveis, puxada pelo segmento de luxo – o mais resiliente do mercado imobiliário – e por uma explosão na demanda por imóveis voltados para famílias de baixa renda.

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Para este ano, no entanto, o destaque deve ficar com os condomínios de médio padrão, que vão representar 36% dos novos lançamentos de 2024, segundo a Lello. Um dos principais impulsos para o segmento deve vir da redução da taxa básica de juros, a Selic, que pode diminuir o custo de financiamento e dar novo fôlego à demanda.

“Nunca se viu um momento como este, [impulsionado por] uma aposta na estabilidade da economia, na queda de juros e na força [do mercado de] São Paulo”, afirmou, em nota, Angelica Arbex, diretora de marketing da Lello Condomínios e coordenadora do estudo.

A maioria dos condomínios entregues em 2024 serão residenciais: 98% dos empreendimentos são voltados para moradia, enquanto outros 2% são comerciais. O valor médio do metro quadrado desse montante é de R$ 14,5 mil, com preço médio de R$ 1,6 milhão por unidade.

Os bairros paulistanos que irão receber o maior número de condomínios são Pinheiros, Perdizes, Butantã e Itaim Bibi na Zona Oeste; Vila Mariana e Vila Clementino na Zona Centro-Sul; e Ipiranga, Vila Nova Conceição e Brooklin na Zona Sul.

Veja abaixo as especificações para os empreendimentos em cada faixa de preço:

Alto padrão
Os condomínios de alto padrão vão responder por 24,8% das novas entregas. Serão 203 empreendimentos até o fim do ano, com valor de R$ 22,5 mil o metro quadrado e média de 89 apartamentos por prédio. O valor médio de cada unidade é de R$ 4,1 milhões.

Os bairros mais populares para esse tipo de empreendimento são: Pinheiros, Vila Nova Conceição, Perdizes, Itaim Bibi e Vila Mariana.

Médio padrão
Os prédios de médio padrão serão a maioria este ano, representando 36% das entregas na cidade, com 295 empreendimentos. O valor do metro quadrado médio é de R$ 15,2 mil, com uma média de 183 unidades por condomínio. Já o valor médio de cada apartamento fica em R$ 710 mil.

Vila Mariana, Perdizes, Pinheiros, Vila Clementino e Moema são os bairros que mais devem receber empreendimentos nessa faixa de preço.

Médio-baixo padrão
Os condomínios do tipo médio-baixo padrão vão contar com 24,2% das novas entregas, apresentando 198 novas edificações. O metro quadrado irá custar, em média, R$ 9,05 mil por empreendimento, com uma média de 256 apartamentos por condomínio. O valor médio de cada unidade é de R$ 382 mil.

Os bairros que mais devem receber esse tipo de condomínio são: Butantã, Barra Funda, Belenzinho, Cambuci e Ipiranga.

Econômico
O segmento econômico, por sua vez, deve receber 94 novos empreendimentos – 11,5% do total esperado para o ano. O valor médio do metro quadrado é de R$ 6,5 mil, com 280 unidades por condomínio. O valor médio de cada apartamento é de R$ 231 mil.

Parque Novo Mundo, Guaianases, Itaquera, Paraisópolis e Pirituba são os bairros com maior protagonismo nos condomínios para essa faixa de renda.

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Fonte: https://exame.com/mercado-imobiliario/mar-de-predios-sao-paulo-tera-novo-recorde-de-condominios-entregues-em-2024/amp/

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Vendas de imóveis de luxo e superluxo cresceram 40% em São Paulo em 2023

Basta trafegar pela cidade de São Paulo para perceber que novos canteiros de obras surgem em um piscar de olhos. A cada esquina parece haver um edifício em construção. Podem ser studios e apartamentos pequenos para solteiros que querem morar perto do trabalho. Ou podem ser imóveis de alto luxo, grandes metragens e muita sofisticação. A pergunta é: há compradores para tantos imóveis novos?

Quem está construindo para a alta renda não precisa se preocupar com isso. Uma pesquisa da consultoria Brain, obtida com exclusividade pela Forbes, mostra que o segmento de luxo e superluxo é o mais dinâmico do setor. No último ano, o mercado imobiliário da capital paulista cresceu 12%, com 90,2 mil apartamentos negociados, movimentando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 50,8 bilhões.

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No caso do luxo e superluxo, o crescimento foi de 40% em 2023. Foram vendidas 4.935 unidades, movimentando R$ 15,3 bilhões em VGV, alta de 21% na comparação anual. Os números paulistanos foram exuberantes apesar de a taxa de juros ter se mantido acima dos 11,75% nesse período, algo desafiador para o mercado imobiliário, pesadamente dependente do crédito.

“As vendas de empreendimentos de padrão mais elevado foram bastante resilientes”, diz Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain. “O VGV cresceu, e esse crescimento foi impulsionado tanto por empreendimentos de segunda moradia, muito sofisticados, quanto por mudanças no padrão de consumo e pelo upgrade das moradias dos principais mercados.”

Para Álvaro Marco Coelho da Fonseca, diretor da imobiliária Coelho da Fonseca, o enriquecimento de um público mais jovem ajuda a explicar esse crescimento. “Atualmente há um público jovem para os imóveis de luxo, principalmente devido à expansão das empresas do setor financeiro e às startups”, diz ele. “Antes os imóveis de alto padrão, com preços na casa dos milhões, eram acessíveis apenas a pessoas mais velhas. Agora os jovens podem entrar nesse mercado e mudar as estatísticas.”

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2024/02/vendas-de-imoveis-de-luxo-e-superluxo-cresceram-40-em-sao-paulo-em-2023/

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Tendências do mercado imobiliário para 2024

Tecnologia e sustentabilidade ditam as atuais tendências do mercado imobiliário, além de um cenário bastante otimista para o setor em 2024. Acompanhe!

As transformações do mercado imobiliário trazem inovações e oportunidades incríveis todos os dias. Não é apenas uma questão de inovações tecnológicas: há também evoluções sociais, culturais e ambientais.

Por esse motivo, o setor imobiliário é considerado um dos grandes motores do nosso país. Para que você fique por dentro do que há de mais moderno e interessante, preparamos este post com as principais tendências do mercado imobiliário para os próximos anos, além de trazer informações que devem influenciá-lo já este ano. Acompanhe!

O que esperar do mercado imobiliário para 2024?

As projeções para 2024 são bastante promissoras. Em primeiro lugar, o saldo positivo do desempenho do mercado imobiliário no ano passado, que contou com maior oferta de linhas de crédito e crescimento das vendas, já aponta para um cenário otimista para este ano.

Além disso, a aprovação do orçamento de R$ 117,6 bilhões do FGTS para políticas públicas de habitação, de infraestrutura e de saneamento básico significa uma disponibilidade ainda maior de crédito em relação a 2023. Isso pode impulsionar a produção de imóveis, uma vez que é esperado um número maior de pessoas com condições de realizar um contrato de financiamento para aquisição da primeira moradia.

A estabilidade econômica também faz com que o mercado se mantenha aquecido. Afinal, com a inflação sob controle e a gradativa redução da taxa de juros, a aquisição de imóveis por meio de financiamentos é facilitada, possibilitando a contratação por mais pessoas.

Por fim, houve o aumento de 41% no orçamento destinado ao Minha Casa, Minha Vida, além da contratação de 187,5 mil moradias destinadas a famílias que se enquadram na Faixa 1 desse programa, que foi anunciada no fim do ano passado pelo Governo Federal. Ou seja, são notícias que fazem os olhos brilharem quando se trata de poder realizar o sonho da casa própria ainda este ano.

Quais são as principais tendências do mercado imobiliário?

Depois de conferir o termômetro do mercado de imóveis para 2024, chegou a hora de conhecer as principais tendências do mercado imobiliário para este e os próximos anos.

Tecnologia e sustentabilidade são as palavras de ordem no momento, além de condomínios que oferecem estruturas cada vez mais completas. Confira a seguir todas as inovações que já estão por aí.

Aumento do uso da realidade virtual na visitação

Nos últimos anos, a tecnologia digital se desenvolveu bastante. Muitas tecnologias que eram extremamente caras ou eram vistas apenas em filmes de ficção científica estão se tornando cada vez mais presentes no nosso dia a dia. A realidade virtual é uma delas, permitindo uma maior imersão dos nossos sentidos e tornando nossa experiência no mundo digital mais real.

No mercado imobiliário, isso está acontecendo com os tours virtuais e as imagens em 360º, sendo possível trazer muito mais comodidade aos interessados na compra de imóveis. Em vez de ir presencialmente ao local com um representante de vendas ou corretor, você pode acessar um anúncio em que você visita o imóvel, dá zoom nos detalhes e passa o tempo que quiser analisando-os.

Aumento das vendas online

A cada dia, as pessoas estão mais confiantes nas compras online. O cenário é muito diferente daquele que vimos na década passada, em que a compra online gerava bastante receio.

Atualmente, já é possível comprar apartamento de forma online, com toda a burocracia sendo resolvida a distância, incluindo etapas que demandavam idas e vindas aos cartórios. Isso é possível graças a tecnologias, como:

  • aplicações que permitem uma assinatura digital extremamente segura, em que os dados da sua transação ficam protegidos de interceptação;
  • aplicativos bancários que possibilitam transferências de diversos valores. No caso da Caixa Econômica Federal, você pode realizar a inscrição no Minha Casa, Minha Vida e concluir várias etapas do processo pelo app.

Toda essa comodidade, aliada à fidelidade dos tours virtuais, faz com que as pessoas não precisem mais sair de casa para fechar um negócio.

Maior preocupação com sustentabilidade e uso inteligente dos recursos

A sociedade está cada vez mais consciente de que os recursos naturais não são ilimitados. Se não os explorarmos com responsabilidade, as futuras gerações podem viver em um planeta degradado. Isso ainda reduz a possibilidade de crescimento econômico, afetando a prosperidade dos nossos filhos e netos.

Felizmente, a engenharia civil já desenvolveu várias técnicas que permitem o uso otimizado de materiais, a redução dos desperdícios e a reutilização de peças que iriam para o descarte. Essa tendência é essencial para garantir uma qualidade de vida para as gerações futuras.

Retorno do Minha Casa, Minha Vida

Os desafios da pandemia mostraram a importância dos programas habitacionais para o mercado imobiliário. Durante muitos anos, o subsídio do Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, alimentou uma boa parte dos novos lançamentos imobiliários, especialmente para as classes C, D e E. Assim, muita gente conseguiu realizar o sonho de ter um imóvel próprio.

Com o retorno do Minha Casa, Minha Vida, que substitui o antigo programa Casa Verde e Amarela, sua contribuição para a manutenção do mercado imobiliário está consolidada. Afinal, como mostramos mais acima, a ampliação do orçamento do programa e a contratação de novas unidades pelo Governo Federal deve impulsionar o setor para este e os próximos anos, possibilitando que mais famílias brasileiras conquistem a moradia própria.

Desse modo, além dos ganhos para o mercado em si, os cidadãos conseguem morar com dignidade e o direito presente na Constituição Federal é garantido.

Construção de apartamentos menores

Nos últimos anos, a construção de apartamentos com área útil reduzida tem se tornado uma tendência em imóveis voltados para todas as faixas de renda. São diversos os fatores que alimentam esse conceito:

  • a questão da sustentabilidade ambiental nos mostra que é possível viver com menos. Assim, a decoração dos interiores fica cada vez mais simples, sem excesso de acessórios e objetos, reduzindo a demanda por grandes espaços;
  • rotina de trabalho intensa da maioria das pessoas reduziu o tempo disponível para tarefas domésticas. Ninguém quer passar várias horas do tempo livre com isso, então os espaços pequenos são uma ótima pedida;
  • os eletrodomésticos ficam cada vez menores com o avanço da tecnologia.

Apartamentos e casas inteligentes

Falando em eletrodomésticos, eles ganham cada vez mais funcionalidades nas nossas casas. Por exemplo, as smart TVs permitem que você execute comandos de voz ou pelo celular, enquanto há lâmpadas que são conectadas no Wi-Fi e podem ser desligadas pelo celular, entre outras novidades.

Essa conexão entre os aparelhos domésticos é chamada de casa inteligente. Antes, pensávamos que essa tecnologia se restringiria apenas a quem tivesse muito dinheiro para investir. No entanto, as casas inteligentes estão se tornando cada vez mais acessíveis e populares.

Espaços com infraestrutura para trabalho e lazer

A construção de apartamentos menores não exclui a procura por imóveis com estruturas maiores. Por causa do distanciamento social ocasionado pela pandemia, por exemplo, houve um aumento na procura por imóveis maiores e com infraestrutura voltada para o lazer. Isso aconteceu porque foi necessário passar mais tempo em casa com a família.

Além disso, durante esse período, muitas pessoas passaram a trabalhar na própria casa, percebendo a necessidade de ter um local mais adequado para realizar suas tarefas diárias. Mesmo com o fim da pandemia, isso tende a se manter nos próximos anos, uma vez que o trabalho home office se mantém como uma alternativa vantajosa para empresas e funcionários.

Processos mais tecnológicos e menos burocráticos

Antes era necessário que o cliente se deslocasse até uma imobiliária para iniciar um negócio, sendo preciso realizar diversas visitas ao local para fazer a melhor escolha para a família. Logo em seguida, iniciava um longo e burocrático processo de compra ou de aluguel. Mas essa realidade está mudando.

Afinal, a possibilidade de escolher o imóvel dos sonhos online e de fazer negócio de forma totalmente desburocratizada também se manteve no pós-pandemia. Sendo assim, não é mais necessário realizar diversas visitas ao espaço físico e ir muitas vezes ao cartório. Tudo pode ser resolvido sem precisar sair de casa.

Essa nova tendência do mercado imobiliário será uma necessidade nos próximos anos, visto que os clientes estão buscando sempre mais facilidade e agilidade.

Empreendimentos sustentáveis

Uma das maiores tendências do mercado imobiliário para os próximos anos é o surgimento de empreendimentos cada vez mais sustentáveis, ou seja, que utilizam energias renováveis e limpas.

Além de contribuírem para a preservação do meio ambiente, esses imóveis ajudam a reduzir os gastos mensais com água e luz, diminuindo o consumo e garantindo mais segurança e praticidade no dia a dia dos moradores.

Algumas das principais características dos empreendimentos sustentáveis são:

  • captação de energia por meio de paineis solares;
  • apartamentos cujas plantas favorecem a iluminação natural e a circulação de ar;
  • mecanismos de reaproveitamento de água, tanto de eletrodomésticos quanto das chuvas;
  • estímulo à coleta seletiva do lixo nos condomínios.

Condomínios com estrutura cada vez mais completa por um preço acessível

Outra tendência do mercado imobiliário é a popularização de condomínios com estrutura mais completa, contando com itens como piscinaacademiaplaygroundchurrasqueirasalão de festas, entre outros diferenciais que favorecem a qualidade de vida dos moradores.

Embora esses condomínios já existam há um bom tempo, estão se tornando mais acessíveis, não sendo mais exclusividade de construções luxuosas. Assim, é possível encontrar empreendimentos com preços acessíveis e uma estrutura diferenciada.

Bons ventos para o mercado imobiliário e para você!

As tendências do mercado imobiliário apontam para um futuro promissor em diversos aspectos. A sociedade e o planeta são favorecidos com o uso cada vez mais consciente da tecnologia e dos recursos naturais, enquanto as condições para realizar o sonho da casa própria ficam cada vez melhores e mais palpáveis para você e sua família.

Lembrando que, para tomar a melhor decisão sobre a compra de um imóvel, é preciso analisar quais são os melhores tipos de financiamento, as comodidades do apartamento escolhido e sua adaptabilidade para o futuro, assim como a estrutura do empreendimento. Com base nesses elementos e um bom controle financeiro, será possível tomar uma decisão mais segura e satisfatória para a conquista da casa própria.

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fonte: https://www.direcional.com.br/blog/financas/tendencias-do-mercado-imobiliario/

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Mercado imobiliário de luxo: quais as tendências para 2023?

mercado imobiliado

O mercado imobiliário de alto padrão está entre os mais promissores do Brasil para 2023. Prova disso, 62% dos empresários do setor esperam que este ano seja melhor do que o anterior, segundo a Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias).

De modo geral, a venda de imóveis novos cresceu 11,9% no país entre janeiro e outubro de 2022, em relação a igual período do ano precedente, ainda segundo dados da entidade obtidos com 18 empresas associadas, em parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Ao todo, 133.891 unidades foram vendidas no período analisado, número que corresponde à melhor melhor performance do segmento para os dez primeiros meses de cada ano desde o início da série histórica, em 2014.

O segmento de MAP (Médio e Alto Padrão) registrou o crescimento mais expressivo de vendas e corresponde por 29,8% de todos os imóveis vendidos no país, conforme publicado pela Forbes. Até outubro do último ano, foram vendidas 38.943 unidades, um crescimento de 81% na comparação anual.

Na visão de Wilson Charles, especialista imobiliário da Soltec Engenharia, as perspectivas são positivas para o mercado imobiliário de alto padrão para 2023.

“Este será um ano de aquecimento do mercado imobiliário, especialmente por conta do momento em que vivemos, com um novo governo, uma nova política econômica e todas as repercussões que isso traz”, afirma. “Tudo isso cria a necessidade natural de investimentos em ativos mais seguros e conservadores, como o imóvel”, articula

Segundo Charles, quando se trata do mercado de Brasília (DF), as perspectivas são ainda mais promissoras por conta da quantidade de pessoas que chegam à capital do país para compor o novo governo: “Essa movimentação dinamiza o mercado imobiliário e cria novas oportunidades para todo o segmento”.

Para o especialista imobiliário da Soltec Engenharia, outra tendência que atrai a atenção do mercado imobiliário de Brasília é a busca por imóveis inteligentes e sustentáveis. A título de exemplo, ele cita um empreendimento imobiliário localizado no bairro Noroeste que foi projetado para atender “às modernas normas de sustentabilidade e desempenho tecnológico”.

“O Noroeste hoje vive um momento importante no que diz respeito à procura entre os brasilienses. A qualidade de vida que o bairro proporciona o torna uma oportunidade não somente para o consumidor final (moradores), como também para os investidores e para as construtoras da região que procuram desenvolver empreendimentos de ponta”, afirma.

Câmara dos Deputados analisa redução no IPTU para incentivar sustentabilidade

A tendência apontada por Charles [móveis inteligentes e sustentáveis] está em sintonia com a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 13/2019, mais conhecida como “PEC do IPTU Verde”. O texto foi aprovado pelo Senado em dezembro de 2022, quando seguiu para votação na Câmara dos Deputados.

Projeto de autoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM), a PEC propõe reduzir a taxação do contribuinte que adota ações ambientalmente sustentáveis em seu imóvel. A proposta permite aos municípios reduzir o valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para incentivar a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade.

Segundo a relatora da matéria, senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), a PEC 13/2019 tem natureza extrafiscal e visa “estabelecer critérios ambientais para a redução da alíquota do IPTU, de modo a incentivar os proprietários-contribuintes de imóvel urbano a adotar comportamentos ecologicamente compatíveis com a sustentabilidade”, conforme divulgado pela Agência Senado.

O Distrito Federal e os municípios de Salvador (BA), Vila Velha (ES), São Carlos (SP), Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR) já adotam medidas similares.

Para mais informações, basta acessar: https://soltecengenharia.com.br/

 

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/mercado-imobiliario-de-luxo-quais-as-tendencias-para-2023,ae734839b923b22b498948c9fd93d1ech6gomlux.html

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Imóveis de médio e alto padrão representam 30% das vendas totais de moradias.

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A venda de imóveis novos no Brasil aumentou 11,9% nos dez primeiros meses de 2022, quando comparado com o mesmo período de 2021. Ao todo, 133.891 unidades foram vendidas entre janeiro e outubro do ano passado, número que corresponde ao melhor desempenho do setor para o período desde a criação da série histórica, em 2014.

O segmento de médio e alto padrão (MAP) foi o que teve um aumento mais expressivo de vendas. Até outubro, o setor cresceu 81% na comparação anual, com a comercialização de 38.943 unidades. A alta fez com que a venda no setor MAP representasse 29,8% de todos os imóveis vendidos no Brasil.

Os dados são do levantamento realizado com 18 empresas associadas à ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), em parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

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No segmento oposto, os imóveis do programa social Casa Verde e Amarela (CVA) registraram um total de 91.924 moradias comercializadas. As entregas dos apartamentos, em relação a outubro de 2021, tiveram um avanço de 13,3%, totalizando 59.749 novos imóveis.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2023/01/imoveis-de-medio-e-alto-padrao-representam-30-das-vendas-totais-de-moradias/

 

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Conheça o Bairro Jardim Paulistano

Jardim-Paulistano

Jardim Paulistano é um bairro nobre da zona oeste da cidade de São PauloBrasil. Forma parte da região da cidade conhecida como Jardins, de predomínio da classe-alta.[1] O bairro faz parte do distrito do Pinheiros.

É delimitado pela Avenida Cidade JardimMarginal Pinheiros, Avenida Eusébio Matoso, Avenida Rebouças, Rua Groenlândia, Alameda Gabriel Monteiro da Silva e Avenida Brigadeiro Faria Lima. Limita-se com os bairros: Jardim EuropaPinheiros e Cidade Jardim, este último do outro lado do rio Pinheiros.

Por ser destinado a classes altas, o bairro abriga lojas de grifes internacionais tais como: VersaceRoberto CavalliLouis Vuitton, Hermès, Salvatore Ferragamo, Chanel, Jo Malone, Gucci, Tod’s e Rolex.

História

Esporte Clube Pinheiros, e edifícios da Rua Angelina Maffei Vita.
Edifícios da Avenida Faria Lima.
Vista aérea do bairro.

O bairro foi criado após os anos 1920, a partir das chácaras das famílias Matarazzo e Melão. A gleba ficava entre o Jardins América e Europa, loteados e urbanizados primeiramente. Na década de 1970, teve início a construção de inúmeros edifícios comerciais na Avenida Brigadeiro Faria Lima, havendo um rompimento com horizontalidade inicial do bairro, a via tornou-se um dos centros financeiros da cidade.

Hoje é o bairro mais valorizado da cidade, pois 7 das 14 vias mais caras do município estão no mesmo, exemplo das ruas: Campo Verde, Carlos Millan, Ceilão, Ibiapinópolis, Jacarezinho e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva. Nelas há intenso grau de arborização e mansões milionárias.[2] É classificado pelo CRECI como “Zona de Valor B”, assim como outras áreas nobres da capital como BrooklinCerqueira CésarAlto de Santana e Vila Olímpia.[3]

Na região da Avenida Faria Lima, grande centro financeiro da cidade,[1] localizam-se diversos escritórios comerciais e sedes de corporações, tais como: Portugal TelecomTelefónica,[1]GlobosatGrupo NewcommDeutsche BankBank of AmericaArcelorMittal TimóteoItaú BBAMarfrigUOL, além da A Hebraica,[4] o maior clube judeu do mundo fora de Israel[5] e do Shopping Iguatemi, um dos mais antigos e luxuosos do país.[1][6]

Em seu território encontram-se também os consulados: alemãobangladeshiano e holandês.[7][8]

Moradores e ex-moradores

Referências

  1. ↑ Ir para:a b c d «Os bairros mais caros e baratos de São Paulo»[ligação inativa]
  2.  «Jardim Paulistano tem 7 das 14 ruas mais caras de SP»
  3.  «Pesquisa CRECI» (PDF). Janeiro de 2011. Arquivado do original (PDF) em 5 de maio de 2012
  4.  «Conheça o Clube». Consultado em 28 de abril de 2010. Arquivado do original em 5 de maio de 2010
  5.  «Trabalhar pela Hebraica». Consultado em 28 de abril de 2010. Arquivado do original em 15 de fevereiro de 2009
  6.  «Site oficial do Shopping»
  7.  «Consulados». Consultado em 7 de julho de 2010. Arquivado do original em 31 de maio de 2009
  8.  «Consulados Internacionais». Consultado em 7 de julho de 2010. Arquivado do original em 25 de outubro de 2011
  9.  «Na cola do prefeito Kassab, gerente da lei e da ordem». Consultado em 10 de agosto de 2010. Arquivado do original em 8 de fevereiro de 2011
  10.  «A Hebraica: 50 anos de sucessos»

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Paulistano